Em alguns blogs têm-se lido comentários e textos dos blogers que dão uma péssima imagem da Figueira da Foz. Apesar de ser um pequeno concelho, é uma terra de gente boa. Já foi grandiosa. Depois, durante cerca de 20 anos decaíu. Depois teve novo fôlego com Santana Lopes. Diziam as más línguas que á custa do endividamento. Mas, nos tempos que correm, com a economia global, haverá modo diferente de desenvolver uma autarquia que não seja pelo endividamento? O problema reside frequentemente na não captação de investimentos: parques industriais com preços baixos, ambiente cuidado e devidamente protegido, ordenamento eficaz do território, conservação do património e crescimento sustentado. Não é vergonhoso dever se for para desenvolver e pagar a posteriori com a captação de investimentos. Dinheiro gera dinheiro. A Figueira necessita de urgente renovação política. Não só ao nível dos programas, mas também ao nível das pessoas. Em 2001 foi publicada a Lei das Autarquias que prevê a candidatura de listas independentes, mas e os meios? 1. Haverá na Figueira independentes capazes e disponíveis para se candidatarem à governação autáruica do concelho? 2. Haverá empresários capazes e verdadeiramente interessados em mudanças sustentadas, disponíveis para apoiar uma candidatura de independentes?
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